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Seleção Nacional de Paraciclismo já está em Portugal

07-08-2018 11:27:15

A Seleção Nacional de Paraciclismo aterrou na noite de ontem, 06 de agosto, no Aeroporto de Lisboa depois da participação no Campeonato do Mundo de Paraciclismo que decorreu em Maniago, Itália. O Selecionador Nacional, José Marques, e os paraciclistas Luís Costa, Telmo Pinão e Flávio Pacheco regressam a solo lusitano sem medalhas mas com a sensação de dever cumprido pelo esforço que empenharam na competição e pelos resultados ainda assim positivos.

Luís Costa (H5), expoente máximo do paraciclismo em Portugal, revelou-se “exausto” após uma prova muito desgastante para a qual perceber cedo não estar nas melhores condições. “Terminei o contrarrelógio no 9.º lugar atrás de atletas que nunca me tinham vencido. Logo no dia seguinte tinha a prova em linha de 68km e mentalizei-me que tinha que dar tudo o que tinha por um bom resultado. Foi uma corrida muito dura e ainda cheguei a estar envolvido num choque com outros paraciclistas, mas consegui recuperar e chegar à meta na disputa pelo pódio mesmo tendo perdido a noção do lugar em que estava. Terminei no quarto lugar que, atendendo às circunstâncias, acabou por ser positivo”, afirmou Luís Costa.

Já Telmo Pinão, na classe C2, mostrou grande satisfação pelo 8.º lugar conquistado numa prova em linha muito disputada e decidida ao sprint entre 13 atletas. “Comecei muito forte desde início e mantive-me no grupo da frente desde o primeiro momento. Éramos 27 atletas e no final ficámos 13 na disputa por medalhas. Nos metros finais sabia que tinha que arriscar e fiz a última curva por dentro, ultrapassando logo cinco ou seis atletas. A partir daí foi fechar os olhos e pedalar ao máximo, tendo terminado em 8.º lugar com o mesmo tempo do vencedor”, confidenciou Telmo Pinão.

O terceiro paraciclista em prova no Campeonato do Mundo da UCI decorrido em Itália foi o estreante Flávio Pacheco. Eleito pela primeira vez para representar a Seleção Nacional, Flávio terminou o contrarrelógio e a prova em linha no 13.º e 15.º lugares, respetivamente, em ambos os casos a 30 segundos do 10.º lugar, o primeiro pontuável no quadro das competições internacionais da UCI. Apanhado de “surpresa” pela chamada do Selecionador Nacional José Marques, Flávio Pacheco assumiu que o cansaço sentido nos quilómetros finais da prova em linha foi um fator decisivo para não ter alcançado um resultado mais positivo e garantiu “muito trabalho, suor e dedicação para o futuro que se avizinha” com vista a voos cada vez mais altos.

Também José Marques perspetivou com otimismo o futuro da Seleção Nacional de Paraciclismo. Não obstante a ausência de medalhas, meta assumida em competições internacionais, o Selecionador Nacional confidenciou estar “satisfeito com a prestação dos três atletas portugueses e pelos pontos alcançados pelos resultados do Luís e do Telmo” já com vista ao assegurar dos lugares para os Jogos Paralímpicos de Tóquio 2020. Numa elite de paraciclistas nacionais composta por “valores confirmados e outros em plena ascensão”, José Marques prometeu fazer o melhor possível com vista ao grande “objetivo de levar três paraciclistas a Tóquio 2020”.

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